terça-feira, 6 de maio de 2008

O novo e o incerto.


"Não se pode dar uma prova de existência do que é mais verdadeiro, o jeito é acreditar. Acreditar chorando."


A melancolia na contemporaneidade se tornou o alvo supremo dos sonhadores. O homem moderno e pós-moderno, sobretudo esse último, deixou de vivenciar uma melancolia coletiva, para viver uma melancolia ainda mais agravante, a da solidão. Existem dois tipos principais de melancolias, a ativa e a passiva, essa primeira, é a que causa melancolia aos outros, a segunda é a que torna-se melancólica apartir de outro. Para o pós-moderno, a única saída é a aceitação do mundo tal como está, a desesperança. O mundo contemporâneo nos faz questionar todas as nossas antigas certezas. O sistema, o mercado, tudo indica em nós uma mudança. Segundo Vilaça "com o excesso de escolha e a eliminação da possibilidade do escolher".

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